Judeus messiânicos – uma seita judaizante, herética e politeísta.
Com o passar dos anos, desde que aconteceu a revolta protestante no ano de 1517, tendo Lutero como pai desta revolta, muitas seitas surgiram. Calcula-se que existam mais de 50 mil seitas, espalhadas pelo mundo. A base da revolta protestante, é que todo crente é por sí só inspirado, podendo ele mesmo, o crente, interpretar as Sagradas Escrituras e definir o que é certo e errado. Em suma, basta um cidadão ter uma Bíblia, ler, interpretar a bel prazer, e ensinar as pessoas, de acordo com suas interpretações pessoais.
Essa base da revolta protestante, foi a principal causa, que deu origem a muitas divisões no meio cristão. Um fiel, estando em um culto, ao ver os ensinamentos do seu pastor, não concordando com este ensinamento, sai da seita em questão, funda outra, e passa a ensinar aquilo que ele considera ser a verdadeira interpretação da Bíblia.
O interessante, é que a Bíblia é uma só, mas as interpretações são das mais variadas e estapafúrdias, não se podendo distinguir, quem está certo, e quem está errado. Pois todos dizem: “ A denominação que eu sigo, é a correta, pois ela segue a Bíblia”. Mas é um tanto estranho, ter tantas denominações, sendo a mesma Bíblia, e todas dizendo seguir esta Bíblia.
Se na revolta protestante, tivesse nascido apenas uma denominação separada da Igreja, e até hoje existisse apenas esta “uma”, poderia ter alguma lógica, os protestantes afirmarem, que a interpretação deles é “correta”, e por isso eles se separaram da Igreja Católica.
Mas essa divisão no mundo cristão, já era previsto, e está bem explícita, nas próprias Escrituras, que os protestantes dizem tanto ler, mas ainda não se deram conta. Vejamos:
2 Pedro 1,20-21
“sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular interpretação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.”
2 Pedro 2,1-3:
“Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, seitas destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmo repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme.”
2 Pedro 3,15-16:
“e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles.”
Pois bem irmãos, depois da explicação dada, sobre onde e porque, as seitas continuam surgindo, depois da revolta de 1517. Falaremos de uma seita herética e judaizante, que surgiu também, depois da revolta protestante, tendo Lutero como pai. A SEITA DOS JUDEUS MESSIÂNICOS.
Os judeus messiânicos são cristãos judaizantes, que se assemelham aos protestantes, pois, além de negarem o chefe visível da Igreja de Cristo( o Papa, sucessor de Pedro), também usam a mesma Bíblia manca dos protestantes, Bíblia esta determinada por Lutero( claro, os filhos tem que seguir o pai), com 66 livros, deixando de fora os livros inspirados deutorocanônicos.
Neste ponto, eles se assemelham aos demais protestantes, mas, como toda “boa seita” protestante, eles também tem suas inúmeras divergências, com as demais seitas heréticas do protestantismo. E pasmem, eles, os judeus messiânicos, conseguem ser mais heréticos AINDA, do que muitas seitas, que também tem o mesmo pai em comum, ou seja, Lutero.
A primeira sinagoga judaica messiânica conhecida nos tempos atuais foi estabelecida por Joseph Rabinowitz, na Rússia, em 1882, e outras surgiram no século XX nos EUA, originado do Hebreu-Cristianismo, nascido na Inglaterra no século XIX. O judaísmo em geral rejeita o Judaísmo Messiânico/Nazareno como sendo um ramo do judaísmo.
Ou seja, surgiram depois da revolta protestante de 1517, portanto, são também protestantes. Quando os irmãos ouvirem algum membro desta seita dizer que é um “remanescente”, DIGA QUE ELE NÃO PASSA DE UM MENTIROSO E FALSÁRIO, pois a seita herética deles, surgiu quase 1900 anos depois, da éra apostólica. Então, essa conversinha de “remanescente”, é apenas um conto da carochinha.
E é bom destacarmos que, O governo de Israel não reconhece Judeus Messiânicos como Judeus.
Agora irmãos, vamos tecer aqui, algumas das inumeras heresias, ensinadas pelos judeus messiânicos:
1. Negam a Cristo.
Colocar Jesus Cristo ao nível de um ser criado é uma das maiores heresias que os apóstolos enfrentaram. Apoiar ou permanecer calado diante de tais blasfêmias é ser participante da mesma condenação.
O problema das pessoas que argumentam contra a doutrina da Divindade de Cristo é que elas não conhecem a Bíblia, lêem, mas sem entendimento. Ou seja, pros adeptos desse seita herética, Jesus é apenas um profeta com um grau mais elevado do que os demais, não poucas vezes, os irmãos verão ou ouviram, um messiânico chamar Jesus de mestre. (Judeu-Messiânicos – Hadérech – www.ubeblog.ning.com).
A carta aos Hebreus narra aquilo que os Judeus Messiânicos negam. No capítulo 1.1-9 diz: "Muitas vezes e de muitas formas, Deus falou no passado a nossos pais por meio dos profetas. Nesta etapa final nos falou por meio de seu Filho, a quem nomeou herdeiro de tudo, por quem criou o universo. Ele é reflexo de sua glória, expressão do seu ser, e tudo sustenta com a Sua Palavra Poderosa. Realizada a purificação dos pecados, sentou-se no céu à direita da Majestade; tão superior aos anjos, quanto é mais excelente o título que herdou. Pois, a qual dos anjos disse alguma vez: Tu és meu filho, eu hoje te gerei ? E em outro lugar: Eu serei para ele um pai, ele será para mim um filho? Da mesma forma, quando introduz no mundo o primogênito, diz: Que todos os anjos o adorem. Aos anjos diz: Ele faz dos ventos seus anjos, das chamas de fogo seus ministros. Ao Filho, ao contrário, lhe diz: Teu trono, Ó Deus, permanece para sempre, cetro de retidão é teu cetro real. Amaste a justiça, odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com perfume de festa entre todos os teus companheiros".
O autor da carta aos Hebreus deixa claro no seu conteúdo teológico que Cristo é Deus, superior aos anjos, criador do universo e sustenta todas as coisas pelo seu poder. O próprio Deus no verso 9, refere-se a Cristo como sendo verdadeiro Deus.
No Velho Testamento, portanto bem conhecido dos Judeus Messiânicos, também apresentam Cristo como Deus. Em Isaías 9.6, Diz:"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte..."
No NT, lemos : O próprio Cristo se declara Deus quando Ele diz: Em verdade, em verdade vos digo:"Antes que Abraão existisse, EU SOU" (João 8.58).
2.Negam a Trindade.
(Elijah Ben Gomes, 2009). Na verdade, eles interpretam a palavra TRINDADE de uma maneira totalmente diferente, eles pensam que a palavra "trindade" se refere a "3 deuses" (que interpretação "burra"!!!) e eles citam Deut 6:4. Sabemos que esse termo se refere A UM SÓ DEUS, MAS EM TRÊS PESSOAS.
A Santíssima Trindade é uma verdade de fé, revelada das Escrituras Sagradas. Tanto é verdade, que o próprio Cristo, manda que se batize em nome da Trindade ( Mateus 28,19), e também diz, que quem blasfemar contra o Espírito Santo, não terá perdão, nem nessa vida e nem em outra(Marcos 3,28-30). Ora, se o Espírito Santo não é Deus, assim como Jesus e o Pai, então por que Jesus diz, que quem blasfemar contra o Espírito Santo, será culpado de um pecado eterno? É heresia pura, não crer na Trindade, e uma blasfêmia contra o Espírito Santo, negar à sua divindade, logo, vimos que essa blasfêmia, não será perdoada. Pobre dos messiânicos, pois as cegueiras espirituais dos membros desta seita herética não sabem o real significado da Santíssima Trindade. A Igreja Católica, única Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, definiu o dogma da Santíssima Trindade, pois, a Igreja, assistida pelo Espírito Santo, viu, nas Sagradas Escrituras, o conceito da Santíssima Trindade. Ou seja, UM SÓ DEUS, EM 3 PESSOAS DISTINTAS. Portanto, não são “3 deuses”, mas o mesmo Deus, atuando nas 3 pessoas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. Agora, vejam como os heréticos judeus messiânico, interpretam a Trindade, retiramos as frases abaixo do site judáico-messiânico TORAH WEB:
HERESIA 1:
"A palavra trindade é a mais importante no cristianismo assim como também a mais contraditória e não conforme com o contexto bíblico em geral." (ELES PENSAM QUE SÃO 3 DEUSES!!!)
HERESIA 2:
"Isso é o agir mutuo de Yeshua e o Pai através do estarem unidos através do Espírito Santo (um dos sete espíritos de YHWH) que também nos une a Eles - Ver Apocalipse 3:1 / 4:5 / 5:6." (UÉ! AGORA SÃO 7 ESPÍRITOS SANTOS???)
HERESIA 3:
"Novamente afirmo, não existem três deuses no poder, mas dois indivíduos agindo em harmonia, num mesmo espírito." (NEGOU A DIVINDADE DO ESPÍRITO E TAMBEM DE QUEBRA AFIRMAM QUE SÃO 3 PESSOAS DIFERENTES)
Por essas e outras, podemos dizer que a seita herética dos messiânicos não acredita em um único Deus, mas sim em vários, pois segundo eles, Deus, tem mais de um espírito, e o Espírito Santo, é um desses espíritos de Deus. HERESIA PURA, POLITEISMO EXPLÍCITO!!!
O último verso de 2 Co13.13, mostra claramente a idéia da Trindade, o texto diz: "A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.” Ou seja, irmãos, é o mesmo Deus, não são 3 deuses diferentes. Vale lembrar, que o próprio Jesus, manda que se batize em nome da Santíssima Trindade ( Mateus 28,19), e também diz, que quem blasfemar contra o Espírito Santo, jamais terá perdão, nem nesta vida e nem na outra( Marcos 3,28-30), ora, se o Espírito Santo não é Deus, assim como o Pai e o Filho, por que então tem que se batizar em nome das 3 pessoas? E por que Jesus afirma, que quem blasfemar contra o Espírito Santo, JAMAIS TERÁ PERDÃO? Será que o Espírito Santo, é um “deus”, mais importante do que o Pai e o Filho ( isso pensando segundo a lógica dos heréticos messiânicos, já que eles afirmam que a Trindade não são a mesma pessoa, e sim, pessoas diferentes). É tanta heresia que da pena.
3 – Pregam que os homens são justificados pela prática da Lei:
“A GRAÇA SEM A LEI NAO TEM GRAÇA. Muito bem dito pelo Rabino Marcelo Miranda. Enquanto alguns procuram no Tanach desculpas para perpetuar Teologias Romanas” (Elijah Ben Gomes, 2009).
Mal sabem os adeptos desta seita herética e satânica, que a lei foi abolida por Cristo na Cruz:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”. S. João 3,16-17
“Pois Cristo é o FIM DA LEI para justificar a todo aquele que crê.” aos Romanos 10,4.
“sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus, temos também crido em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei; pois por obras da lei nenhuma carne será justificada.” Gálatas 2,16
“Pois eu pela lei morri para a lei, a fim de viver para Deus.” Gálatas 2,19
“Não faço nula a graça de Deus; porque, se a justiça vem mediante a lei, logo Cristo morreu em vão.” Gálatas 2,21
Por este ultimo versículo( Gálatas 2,21), Cristo, para os heréticos judeus messiânicos, morreu em vão.
Os judeu-messiânicos induzem o povo ao erro com suas doutrinas falsas. Negam as principais doutrinas bíblicas, como por exemplo: a Santíssima Trindade, a Divindade de Cristo e etc. São heréticos, estão no caminho da perdição, é sabido, portanto, que os que assim procedem é para sua própria condenação, homens ímpios que denigrem a graça do nosso soberano Deus ( 2Pe.3,14-18).
Devemos ter cuidado com a verdade para que ninguém nos engane, como bem disse Paulo ( os heréticos dizem que o nome Paulo, era o apelido do apóstolo, rsrsrs):
“Quando eu estava de viagem, ao rumo da Macedônia te roguei, permanecesses pela pregação da fé? Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne.” (1Tm.1,3)
E o que os judeu-messiânicos estão ensinando é outra doutrina? Sim, com certeza. Vejamos que da mesma forma que os judaizantes agiam desviando os fiéis, assim procedem os judeu-messiânicos fascinando os crentes com sua doutrina anti-bíblica: “Ó gálatas insensatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado? Quero apenas saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne?” (Gl.3,1-3)
Foi através da escravidão do cerimonialismo da lei ou pela fé somente quando ouviste a mensagem do evangelho da salvação? Os gálatas haviam começado no Espírito e estavam agora sendo levado pelos judeu-messiânicos à apostasia: Começando no Espírito e se aperfeiçoando na carne. Provavelmente Paulo tenha em mente a circuncisão em que os judaizantes da época do apostolo tentavam obter o favor de Deus. William Hendriksen traz uma excelente contribuição sobre esse assunto:
Os gálatas estavam começando a renunciar a Cristo como seu único e todo-suficiente Salvador. Tendo começado pelo Espírito, eles, agora, estavam tentando pôr sua confiança nos meios carnais – tais como confiar nos conselhos dos judaizantes, e, portanto, também nas obras da lei, na rigorosa observância de cerimônias, da circuncisão, etc. -, com o fim de, por esses meios, poderem chegar à perfeição” (199: 166 – 167). É justamente isso que está acontecendo atualmente, com a seitinha herética dos judeus messiânicos.
O grande perigo de ultrapassar a doutrina de Cristo.
“Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas – vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo.9-11)
QUEM SÃO OS JUDEUS-MESSIÂNICOS?
O objetivo dos Judeu-Messiânicos pode até ter a aparência de algo bom, vindo de Deus, mas não é. A Bíblia condena tais práticas, e eles procuram alcançar os seguintes propósitos:
“Nosso Ministério deseja levar aos cristãos em suas variadas denominações a visão da sua reconexão com o povo judeu e com a nação de Israel, bem como a restauração das raízes judaicas da fé cristã” (www.ensinandodesiao.org.br).
O objetivo dos Judeu-Messiânicos é completamente contrário ao objetivo de Deus para Sua Igreja. Eles dizem que desejam, “...levar aos cristãos em suas variadas denominações a visão da sua reconexão com o povo judeu e com a nação de Israel, bem como a restauração das raízes judaicas da fé cristã”. Como vimos, a Bíblia diz justamente o contrário:
“Para a Liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes. Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor” (Gl.5,1-6)
Esse tema, CIRCUNCISÃO, também é muito pertinente, pois Pedro, o primeiro Papa, aboliu de vez essa prática do meio cristão ( Atos 15,7ss). Este episódio aconteceu no primeiro Concílio da Igreja em Jerusalém. O Tema do Concílio era justamente isso, ou seja, se os convertidos ao cristianismo teriam que se circuncidar. E é bem sabido, que o primeiro Papa, aboliu a circuncisão, e, no entanto, os heréticos messiânicos, continuam com esta prática, e ainda se dizem seguidores de Jesus( ou Yeshua, como eles adoram falar). Que baita incoerência, não?
Os heréticos judeus messiânicos pregam que temos que seguir, toda a lei judaica, mas, O apóstolo Paulo compara a Lei a um jugo (“jugo de escravidão”) e não quer que a Lei tome o lugar de Cristo na vida dos cristãos da Galácia e os exorta a manter a liberdade em Cristo Jesus. Nos capítulos 13-26 deixa claro que o objetivo principal é a liberdade. A liberdade implica, em última análise, no livramento de algo que prende, amordaça, impede de alguma coisa, algo que incomoda e acusa: o pecado (Rm.6:18), consciência acusadora (Hb.10:22), da ira de Deus (Rm.5:1), da influência de satanás (2Tm.2:26; Hb.2:14). Na verdade, nesse texto Paulo está pensando em ser liberto da Lei, ou seja, da maldição que a Lei pronunciou contra o pecado e que muitos judeus procuravam inutilmente ser justificado por ela (Gl.3:23; 22-26, 4:1-7). Para os que foram predestinados, significa ser liberto da incapacidade da Lei em dar vida ao que está morto em seus delitos e pecados, primeiramente aos judeus e também aos gentios; do medo, da falsa idéia, de que se não guardar estritamente a Lei cerimonial e moral não seriam salvos. O que a Lei não conseguiu realizar, Deus conseguiu através de Jesus Cristo (Rm.8: 3, 4).
Além disso, os judeus messiânicos, assim como os judeus verdadeiros, que eles tentam imitar são soberbos, quando o assunto é Escritura Sagrada. Eles afirmam, que as suas versões deturpadas e sem crédito, são as verdadeiras, como se isso fosse possível, pois os escritos originais, não estão em suas mãos. E eles querem ser melhor do que os outros, pois dizem que Jesus é judeu, não é italiano ou português ou de quaisquer outras nacionalidades. Esse pensamento paira na mente dos judaizantes. Portanto, é o suficiente para um judeu-messiânico se jactanciar de sua “superioridade religiosa”. Assim sendo, ninguém pode fazer uma interpretação tão boa quanto eles afirmam alguns religiosos judeu-messiânicos. Na verdade, quem estuda sabe que os melhores exegetas do N.T. e do A.T. não são judeus, são gentios. Se os judeus fossem bons interpretes da Bíblia eles enxergariam o Messias e a Trindade. Portanto, tanto os judeus quanto os judeu-messiânicos são cegos espirituais e não podem entender a palavra de Deus: “...por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade” (2Tss.2:11-12).
Portanto, queridos irmãos e irmãs, nunca façam parte desta seita herética. Por tudo que foi dito aqui, arrisco a dizer, que esta seita é a mais herética e a pior, de todas do meio protestante. Não são judeus e nem cristãos.
Vcs mesmos podem pesquisar na internet, nenhuma outra seita protestante, aceita os judeus messiânicos como cristãos. E em contra partida, nem os judeus ortodoxos, os aceitam como judeus. O que eles são então? São heréticos desde a sua raiz.
Cortejando os Gentios
(Texto original: http://www.fatima.org/news/newsviews/newsviews022211.asp)
Por Edwin Faust
Tradução: Marcus Matos Michiles.
Nosso mundo moderno tem-se revelado de tal maneira que nos faz ver o erudito católico Hilaire Belloc não apenas como perspicaz, mas profético. Há uns oitenta anos, entre as duas grandes guerras do século passado, Belloc notou que se testemunhava o surgimento de algo nunca visto, e que ele chamou de novo paganismo.
E por que não considerar isso um ressurgimento do velho paganismo? Porque, na avaliação de Belloc, isso representava a própria antítese do antigo paganismo, que era fundamentalmente conservador. Na antiguidade, era dos pais que os homens tiravam as condutas e costumes com que orientavam suas vidas. No mundo que Belloc via tomar forma, era tido como certo que os pais eram necessariamente idiotas.
Hilaire manteve o termo paganismo, que ele definiu de forma ampla como religião natural sem o suplemento da Revelação. A religião natural pode ser baseada na verdade, mas numa verdade parcial, insuficiente para satisfazer a necessidade de uma visão unificada da vida que não apenas ordene as nossas ações, mas as infunda com um sentido transcendente.
O paganismo envelheceu e ruiu porque não podia levar o homem além do túmulo. Belloc observa que, sofrendo desta limitação, o paganismo inevitavelmente leva ao desespero, a despeito de quantas glórias terrenas possa ter alcançado. O poeta tem até o grande Aquiles, habitando a terra das sombras do Hades após falecer e declarando que seria melhor ser o mais desprezível escravo entre os vivos que o maior herói entre os mortos. [1]
Foi o Cristianismo, com sua verdade revelada, que resgatou o paganismo do desespero. O respeito pelos pais veio a ser mais que uma questão de costume, tornou-se mandamento divino. O poder foi transferido, por assim dizer, do homem para Deus. E a recompensa da virtude passa a ser mais que uma memória honrada entre os vivos enquanto se vagueia entre as sombras de um lúgubre pós-vida. Os homens se mantinham aqui na esperança de um porvir no Céu.
A Cristandade tomou forma quando a Revelação infundiu o paganismo com um senso genuíno do sobrenatural. A filosofia grega, há muito dissociada da mitologia, encontrou sua realização na nova religião, que confirmou suas mais esperançosas especulações acerca de um mundo duradouro e ideal além deste mundo transitório em que nós habitamos tão brevemente.
Houve muitos conflitos na história da Cristandade. As heresias nos acompanharam desde o início, culminando na revolta protestante que dividiu a Europa em campos beligerantes. Mas, mesmo estes confrontos eram, como colocado por Belloc, uma disputa acerca do valor e do significado de um patrimônio comum. Mas o que ele via ainda em forma embrionária era a total rejeição desse patrimônio. Em ‘Survivals and New Arrivals’, ele registrou:
“Aproximamo-nos de formas desconhecidas do conflito entre a Igreja e o mundo. Nós estamos para nos deparar – ou nossos filhos estão – não com o ataque de rebeldes, homens que falam nossa língua e tem nossos hábitos, mas com o assédio de alienígenas. Até aqui foi Guerra Civil: em breve será Invasão”.
Poderíamos dizer agora que a invasão está concluída, e nós que mantemos a fé de nossos pais somos uma minoria que se exaure. Com frequência crescente, a ‘raison d’etre’ do diálogo ecumênico não é tanto a unidade, mas a defesa mútua. Diferenças doutrinárias são consideradas secundárias em relação a erguer barreiras contra todos aqueles que negam qualquer doutrina baseada na Revelação.
Belloc não se surpreenderia com a recente ascensão do ateísmo militante. Ele veria isso como o desenvolvimento inevitável de uma mentalidade que não apenas rejeita a herança da Cristandade, mas a vê com menosprezo.
Por um longo tempo, a religião vem cedendo cada vez mais terreno para as afirmações da ciência. Não sendo mais considerada como um guia confiável para a cosmologia, ainda carregando o estigma do processo de Galileu como um símbolo de sua suposta ignorância repressiva, no imaginário popular a Igreja está restrita ao reino da moral, e mesmo nesse papel reduzido ela é severamente criticada e questionada. E aqueles que veem a religião com uma força que atrasa o progresso da ciência – e dos costumes – estão na ofensiva.
Na medida em que tem respondido a esse ataque, a Igreja tem apontado a inadequação do humanismo, isto é, do que poderia ser chamado de religião natural sem o suplemento da Revelação. Mas, como apontado por Belloc, o novo paganismo é radicalmente diferente do antigo. E as áreas de convergência entre eles estão sempre encurtando. A Igreja, até agora, agiu como se estivesse lidando com um ressurgimento do velho paganismo, cujas virtudes ela poderia acolher e tornar sobrenaturais.
Mas as virtudes do novo paganismo são exatamente aquelas crenças e comportamentos que a Igreja chama de vícios. Que terreno comum a moral cristã pode partilhar com aqueles que aprovam casamento homossexual, aborto, eutanásia, pornografia? [2] Enquanto a Igreja não reconhecer quão ampla é esta divisão, ela não terá condições de enfrentá-la com alguma chance de reverter esta tendência.
O Papa Bento XVI começou o que alguns entendem como uma notável iniciativa: diálogo com os ateus. Ele tem chamado esta tentativa de estabelecer uma aproximação de boa-vontade com os não-crentes de ‘Pátio dos Gentios’. A expressão refere-se à parte externa do antigo Templo de Jerusalém à qual os não-judeus podiam entrar.
Aqueles que veem essa iniciativa com suspeita, ou mesmo com escárnio, apontam que o diálogo sobre diferenças só é possível quando há pontos de concordância. O que eles perguntam é: o que os católicos têm em comum com os ateus, ainda mais com ateus militantes?
“Eu arrisco que a resposta seja: o desejo de conhecer a verdade”.
A maioria das pessoas que duvida ou desdenha da fé em que foi criada, chamam a si mesmas de agnósticos. São poucos os que chegam a se declarar ateus, e por quê? Porque poucos se importam tanto com a verdade a ponto de se colocar em um dos dois lados da grande divisão entre os que acreditam e os que não acreditam em Deus.
Se um homem se preocupa tanto com a verdade a ponto de considerar isso, mesmo que ele se decida contra a crença em Deus, há esperança para sua conversão. Se alguém insiste na busca da verdade, um momento de graça pode chegar e esta, por sua vez, oferecer-se-lhe-á. Há pouca esperança para a conversão do agnóstico, que adotou a indiferença de Pôncio Pilatos: “Que é a verdade?” perguntou retoricamente o procurador romano com um encolher de ombros. [3] “Que é a verdade?” - pergunta o ateu militante, com autêntica curiosidade e impetuoso zelo.
O que resultará do ‘Pátio dos Gentios’? O que podemos dizer a partir da situação atual? O Papa está tentando se entender com o mundo moderno sem renunciar à antiga fé. Ele tem se mostrado destemido ao expor a fé ao exame mais rigoroso. Se acreditarmos, junto com o Santo Padre, que a verdade triunfará entre os homens de boa vontade, devemos rezar pelo sucesso dessa iniciativa. Não podemos converter o mundo se não envolvermos o mundo.
E diálogo com ateus não é algo tão novo. Em 1948, a BBC levou ao ar uma série de debates radiofônicos sobre a existência de Deus entre o erudito jesuíta Padre Frederick Copleston e o célebre matemático, filósofo e ateu, Bertrand Russell. Pode-se argumentar que ambos os debatedores estavam pregando aos seus respectivos públicos, também é provável que entre os ouvintes houvesse aqueles que não estavam comprometidos com nenhum dos dois lados.
A sinceridade e coragem de um apologista católico submetendo sua fé ao exame de um oponente tão formidável quanto Russel deve ter sido impressionante. Talvez o Padre Copleston tenha conseguido algumas conversões, ou pelo menos aberto algumas mentes para verdades que eles não consideravam sustentáveis. E Russell conseguiu fazer alguém perder a fé? Parece improvável, uma vez que o Padre Copleston manteve a sua, demonstrando a respeitabilidade intelectual de sua posição, e da posição da Igreja. (Uma gravação desse debate pode ser conferida aqui: http://www.bringyou.to/apologetics/p20.htm).
Quando o ‘Pátio dos Gentios’ for aberto numa série de colóquios em março de 2011 em Paris [4], o Papa terá demonstrado que os detratores da Igreja – aqueles ateus militantes que alegam que ela é incapaz de defender sua doutrina – estão equivocados. O Papa terá provado a falsidade da acusação de que a Igreja só pode responder a desafios estabelecendo anátemas ou iniciando inquisições.
A melhor maneira de demonstrar que fé e razão são compatíveis é debater sobre esta compatibilidade. Passará algum não crente do ‘pátio dos gentios’ ao interior do santuário? Talvez futuramente vejamos, mas pelo menos eles terão adentrado no recinto sagrado onde a graça pode começar a agir sobre os homens de boa-vontade.
[1] Nota do tradutor, ver Canto XI da Odisséia.
[2] Nota do tradutor, II Cor 6, 15: “Que acordo pode haver entre Cristo e Belial?”.
[3] Nota do tradutor, ‘with a shrug’, encolher os ombros, denotando indiferença.
[4] Nota do tradutor, o artigo original é de 22/fev/2011.
Iniciativa vaticana será lançada em 24 de março, em Paris
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 18 de março de 2011 (ZENIT.org) - Dois dias de encontro e diálogo entre crentes e não-crentes, 24 e 25 de março: assim começará em Paris, cidade símbolo do Iluminismo, uma iniciativa nova do Vaticano, o Átrio dos Gentios, promovido por Bento XVI em dezembro de 2009, quando apresentou a imagem do pátio que se encontrava junto ao Templo de Jerusalém, ao qual podiam acessar os não-judeus.
"Complemento do diálogo inter-religioso que se desenvolveu ao longo de décadas - disse hoje o cardeal Gianfranco Ravasi, criador do fórum e presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, em coletiva de imprensa no Vaticano -, o Átrio os Gentios constitui um compromisso da Igreja a longo prazo."
O objetivo, esclareceu, é contribuir para que sejam levados em consideração, nas sociedades de hoje, e debatidos com uma reflexão racional comum, os grandes interrogantes da existência humana, especialmente de cunho espiritual.
Nos encontros do Átrio dos Gentios não haverá "cátedra" e, portanto, este não terá caráter acadêmico nem uma finalidade estritamente pastoral. É mais uma iniciativa "lançada em um horizonte indiscriminado - disse o cardeal italiano -, de liberdade de interação", sem "nenhuma obrigação de encontrar um mínimo denominador comum".
Paris, primeira grande etapa
Os locais para o lançamento da iniciativa são simbólicos: a Universidade de Sorbonne, o Instituto da França e a sede da UNESCO, a Organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura.
Na UNESCO, em 24 de março, será realizada a sessão inaugural, presidida pela diretora-geral, Irina Bokova, com a participação de diplomatas e representantes da cultura.
Entre os palestrantes, está Giuliano Amato (ex-primeiro-ministro italiano), Jean Vanier (fundador da Comunidade da Arca), Patrick Gerard (reitor da Academia e chanceler da Universidade de Paris), Jean-Luc Marion (filósofo), Gabriel de Broglie (chanceler do Instituto de França) e Remi Brague (membro da Academia de Ciências Morais e Políticas).
Para a sexta-feira, 25 março, estão agendadas várias sessões: de manhã, na Universidade de Sorbonne, e à tarde, no Instituto da França e no ‘Collège des Bernardins'. O dia terminará com uma "festa" aberta a todos, especialmente aos jovens, sobre o tema: "No pátio do Desconhecido", que será realizada na ‘Notre Dame' de Paris. Nesta ocasião, o Papa falará sobre o significado e os objetivos desta iniciativa do Conselho Pontifício para a Cultura, em um discurso que será transmitido por meio de um telão.
Depois de Paris, algumas das etapas do diálogo entre crentes e não-crentes serão: Estocolmo, Praga, Genebra, Moscou, Chicago e Washington.
Não é um "duelo", e sim um "duo"
Depois de Paris, o diálogo continuará "com outro tipo de ateus - afirmou Ravasi -, os ‘indiferentes', que têm uma relação com a religião de caráter sarcástico, provocador".
O cardeal Ravasi explicou que o Átrio dos Gentios não propõe um "duelo" entre os crentes e não-crentes, e sim um "duo", "no qual as vozes podem pertencer aos antípodas sonoros, como um baixo e um soprano, que mesmo assim conseguem criar harmonia, sem renunciar, por este motivo, à própria identidade: ou seja, deixando de lado a metáfora, sem esmorecer em um vago sincretismo ideológico".
(Mariaelena Finessi)
A SINAGOGA DE SATANÁS
Símbolos satânicos, ocultismos e prática da circuncisão no judaísmo messiânico.
“Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás”. [Apocalipse 2 : 9]”
Movimentos judaicos messiânicos utilizam símbolo do satanismo.
“Os seus sacerdotes violentam a minha lei, e profanam as minhas coisas santas; não fazem diferença entre o santo e o profano, nem discernem o impuro do puro...” [Ezequiel 22: 26]
“Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança”. [Provérbios 11: 14]
Movimentos ditos israelitas e judaicos messiânicos não sabem discernir uma estrela de Davi do hexagrama de Salomão, o maior símbolo do satanismo. Andam orgulhosos com pingentes no pescoço, e ostentam esse símbolo nas entradas de suas “sinagogas” pensando fazer o papel de israelitas, mas na verdade exibem um símbolo Satânico(Se é que fazem sem querer e não de caso pensado). Mas explicaremos abaixo o significado dos símbolos usados pelos judeus messiânicos.
Observe abaixo:
ou
ou
Hexagrama: Símbolo utilizado pela: Nova Era, Maçonaria e Satanistas
FONTE: http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=t00115
Este hexagrama de dois triângulos entrelaçados simboliza a alma humana, sendo utilizados por magos cerimoniais para encantamentos, conjurações de espíritos, sabedoria, purificação e reforço dos poderes psíquicos.
Simboliza os processos de involução e evolução. Com efeito; o triângulo que aponta para baixo, apresenta a involução da energia divina que desce às formas mais boçais, ao passo que o triângulo voltado para cima indica a ascensão dos seres quer entendem a se divinizar cada vez mais.
É símbolo usado como amuleto para dar sorte; representa o casamento perfeito entre masculino e feminino, compreensão entre sexos.
OBS.: A terceira figura representa "São Cipriano", o bruxo.
Usos do símbolo
Os nazistas contribuíram muito na identificação dos judeus com a Estrela de Davi, nisto forçaram os judeus a costurar a faixa amarela ou a "estrela dos judeus" - um Escudo de Davi amarelo - tendo no seu meio a palavra "Jude" ("Judeu" em alemão). Este símbolo diferenciava os judeus da população local, pois, esta "raça" constituía, na opinião deles, um "sinal de desonra".
Depois do estabelecimento do Estado de Israel, quando não foi aceita a proposta de Herzl no tocante de uma bandeira com sete estrelas e outra idéia de uma com sete Escudos de Davi, o Conselho do Estado Provisório aceitou a decisão do comitê de uma outra proposta de um símbolo e de uma bandeira, confirmados em 28 de outubro de 1948. E assim mudou a estrela de Davi de um simples símbolo judaico ornamental para o nível de símbolo supremo do recém estabelecido Estado judeu, sendo parte central da bandeira da nação, tendo por cima e por baixo dela duas faixas azul-celestes. Porém, os cidadãos árabes do novo Estado argumentaram que não se identificavam com uma bandeira que era composta unicamente por símbolos judaicos – a Estrela de Davi e uma representação, por meio das duas faixas azuis, do xale de orações judaico (chamado em hebraico de Talit). Os participantes do grupo Naturê Karta também pararam de usar a Estrela de Davi depois deste evento, argumentando que este era um símbolo que representava um Estado sionista.
Semelhante como são representadas organizações como a Cruz Vermelha e a Crescente Vermelha, usando símbolos de destaque de suas nações, a organização israelita de ajuda humanitária e médica, denominada Escudo de Davi Vermelho (ou Maguen David Vermelho), é representada – como o próprio nome já diz - por uma estrela de Davi vermelha como símbolo oficial. Esta organização de pronto-socorro médico, porém, não alcançou ainda um reconhecimento oficial internacional como as suas correspondentes nos paises cristãos ou muçulmanos.
Diferenças
A Estrela de Davi representa a igreja de Cristo, enquanto o Hexagrama representa o que está no texto acima. A diferença entre o "Hexagrama" e a "Estrela de Davi" é que na Estrela de Davi os triângulos são sobrepostos (um passa em cima - dentro - do outro formando uma só figura), enquanto no hexagrama os triângulos são entrelaçados (dois triângulos diferentes que quando entrelaçados - um independente do outro - formam o hexagrama). Exemplos:
1) Sobrepostos ("Estrela de Davi"):
2) Entrelaçados ("Hexagrama"):
O hexagrama é formado unindo-se o Triângulo da Água com o Triângulo do Fogo, formando a estrela de seis pontas, também conhecida como Selo de Salomão. Esse símbolo é uma imitação da Estrela de Davi, o símbolo nacional de Israel, o povo escolhido de Deus. A diferença é que esse selo ocultista é formado por dois triângulos entrelaçados, enquanto que, na Estrela de Davi, um triângulo sobrepõe o outro.
A autora maçônica Mary Ann Slipper, escrevendo em Symbolism of the Eastern Star [O Simbolismo da Estrela do Oriente], 1927, na página 14, faz a mais reveladora admissão, quando diz, "A estrela de seis pontas é usada na obra maçônica e também é encontrada em outras ordens secretas conhecidas." Outro livro da Estrela do Oriente, The Second Mile [A Segunda Milha], compreende o impacto do hexagrama quando diz, "... a estrela de seis pontas é um símbolo muito antigo e um dos mais poderosos."
Sem brincadeira! O hexagrama é realmente um símbolo muito poderoso para os feiticeiros, bruxos e magos! É usado em todas as formas de magia, feitiçaria, ocultismo e nas previsões astrológicas. Como tem seis pontas e contém um '666', o hexagrama é considerado um dos símbolos mais poderosos de Satanás. Veja o hexagrama acima. O primeiro seis é formado pelos lados de cada triângulo encontrados no sentido horário; o segundo é formado pelos lados de cada triângulo quando você segue no sentido anti-horário; o terceiro seis é formado pelos lados do hexágono interno.
Dois feiticeiros explicam melhor que o hexagrama era usado como "uma reserva para os mágicos e alquimistas. Os bruxos acreditavam que ele representava a pegada de um tipo especial de demônio chamado 'trud' e o usavam em cerimônias tanto para conjurar demônios quanto para mantê-los afastados." [Gary Jennings, Black Magic, White Magic [Magia Negra, Magia Branca], Eau Claire, WI, The Dial Press, 1964, pg. 51. Também Harry E. Wedeck, Treasury of Witchcraft (Tesoro da Feitiçaria), Nova York, Philosophical Library, 1961, pg. 135]
Olhe novamente o hexagrama anterior; ele é usado para conjurar demônios, fazê-los aparecer nesta dimensão e cumprir as vontades do feiticeiro. Os símbolos dentro do hexagrama são para esse propósito. O ex-satanista Iluminista Doc Marquis, hoje um cristão nascido de novo, confirma que os hexagramas são usados para conjurar demônios e para lançar encantamentos e maldições sobre uma vítima.
O hexagrama também é um símbolo do ato sexual e da reprodução. O autor maçônico, Albert G. Mackey oferece-nos a explicação ocultista em seu livro, The Symbolism of Freemasonry [O Simbolismo da Maçonaria, pg 195, 1869]. O triângulo voltado para baixo "é o símbolo feminino que corresponde ao 'yoni' e o triângulo voltado para cima é o homem, o 'linga'. Quando os dois triângulos estão entrelaçados, representa a união das forças ativa e passiva na natureza; representa os elementos masculinos e femininos." [A mesma explicação aparece em Did You Know? Vignettes in Masonry From a Royal Arch Mason Magazine, Missouri Lodge of Research, 1965, pg 132, Wes Cook, editor] [Nota do tradutor: Linga e Yoni são representações estilizadas dos órgãos genital masculino e feminino, respectivamente, em diversos emblemas e amuletos. São considerados símbolos do poder genésico e adorados no hinduísmo.]
Se você ainda não percebeu isso, o ocultista e o pagão adoram o sexo; na verdade, adoram quase tudo na natureza, cumprindo perfeitamente a definição bíblica do paganismo em Romanos 1:25, "Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém". Sempre lembro desse verso quando pesquiso a montanha de literatura maçônica, pois ela está absolutamente repleta da veneração por todas as crenças pagãs concebíveis, de todos os tempos e de todos os continentes. Verdadeiramente, Albert Pike, o Grande Comandante da Maçonaria na Jurisdição do Sul dos EUA, estava certo quando afirmou, "A Maçonaria é idêntica aos antigos mistérios."
Falando sobre a conotação sexual do hexagrama, outro feiticeiro revelou, "Quando o triângulo masculino penetra o triângulo feminino, produz a estrela de seis pontas, o selo de Salomão, ou hexagrama, o símbolo mais maligno da feitiçaria." [David J. Meyer, Dancing With Demons: The Music´s Real Master (Dançando com os Demônios: O Verdadeiro Mestre da Música)]
O hexagrama é o símbolo usado na Maçonaria do Arco Real. O autor maçônico Wes Cook [op. cit. pg. 132], diz que hexagrama representava "equilíbrio e harmonia" em todas as facetas do mundo. Outra publicação maçônica associa o hexagrama com o infame símbolo chinês do Yang e Yin. ["The Significant Numbers", Short Talk Bulletin, setembro, 1965, vol. 34, número 9, pg. 5]
Em resumo, o hexagrama é o mais maligno e um dos mais poderosos de todos os símbolos na feitiçaria. É usado para conjurar demônios a esta dimensão, para comunicação com os mortos, para descrever o ato sexual e para representar deuses falsos e pagãos, como Brahma, Vishnu e Shiva. [Masonic and Occult Symbols Illustrated (Símbolos Maçônicos e Ocultistas Ilustrados), Dr. Cathy Burns, pg. 39]
Além de usar estes símbolos satãnicos os judeus messiânicos negam a maior Verdade de Fé Cristã. A Santíssima Trindade.
O judaísmo messiânico é um movimento pseudoprotestante que tem como objetivo converter os Judeus ao cristianismo, mas sem que esses abandonem os seus costumes que estão enraizados no velho testamento, mais especificamente nas leis de Moises.
A trindade na visão dos judeus messiânicos :
“Trindade: Deve-se acreditar nesta doutrina?
Muitas religiões e seitas, inclusive as diversas ramificações da cristandade, acreditam na doutrina da trindade, ou seja, que o Pai (O Eterno), o Filho (Yeshua) e o Espírito Santo são uma única pessoa. Esse ensinamento é correto?NÃO, é a resposta correta a essa pergunta.” ( extraído do site Judaísmo messiânico)
A verdade sobre a trindade:
“Em relação à doutrina da Trindade, os Judeus Messiânicos não compreendem que não são três deuses, mas Um Só Deus. Pois os mesmos atributos pertencentes a Deus, também são pertencentes a Cristo e ao Espírito Santo. A Trindade Constitui-se do Pai, Filho e Espírito Santo. Uma só substância, um só elemento e três pessoas distintas na Divindade formando o Deus Bíblico.”
“A doutrina da Trindade é uma das mais importantes da fé Cristã. Apesar da palavra Trindade não ser encontrada na Bíblia, podemos em várias passagens do Antigo Testamento, assim como do Novo Testamento, encontrar claramente a percepção que Deus existe em mais de uma pessoa. Somente quem está com os olhos encobertos pela incredulidade é que não consegue chegar a esta razão, pois a doutrina da Trindade se revela progressivamente na Bíblia. Assim como Cristo se revelou na plenitude dos tempos, o conhecimento sobre a Trindade foi um presente de Deus para a raça humana.
O último verso de 2 Co13.13, mostra claramente a idéia da Trindade, o texto diz: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós”. (cacp)
Além de negar a Trindade , o uso de livros como o Bar Mitzvah, Hanukkah e também a prática da cabala estão levando os Judeus Messiânicos a adorar o cristo cósmico. Na foto abaixo temos a divulgação do lançamento do livro “ A cabala da Autossuficiência” extraída do site judaismomessianico.
A cabala esotérica messiânica aguarda o prometido que será regido pelo número nove.
Uma das praticas usadas na cabala judaica é o Zarah. Essa prática leva diretamente os Judeus Messiânicos para os braços de Baha’u’llah pelo seguinte:
O Zarah/ Zerah é a base de cálculo para as ofertas do tzedakah.
A palavra Zera em hebraico significa semente, mas também pode significar esperma, fruto ou prole. Já o verbo Zará זָרַע significa ser frutífero, semear, frutificar e etc.
Segundo a tradição judaica na cabalá a soma total dos números da palavra Zêra ou Zará é 18 , pois temos da letra hebraica Zayin =7 a letra Resh = 200 e da letra Ayin = 90 e isto da 297 somando o total dos números temos 2+9+7=18
O 18 é a base de cálculo para as ofertas em dinheiro que são chamadas de tzedakah. O cálculo sempre é feito sobre os múltiplos de 18. Como sabemos as praticas ocultistas costumam não revelar o número do prometido em muitas situações. Por isso, os cabalistas não deram continuidade na soma. Mas quando somamos os números… 1+8 = 9 que é o número do prometido como assevera Baha’u’llah em seu Kitáb-i-aqdas:
K-29. “Dize: Este é aquele conhecimento oculto que jamais há de mudar, pois inicia-se com o nove, o símbolo que representa o Nome oculto e manifesto, inviolável e inacessivelmente excelso (…) Atendei às injunções que vos foram impostas por Aquele que é a Aurora da Expressão…”
Além dos números cabalísticos a principal missão do judaísmo messiânico e estabelecer o reinado de paz na terra através de Israel e não no céu como nos ensina o Senhor Jesus.
Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. (João 18 : 36)
A assim, Baha’u’llah ajunta para si mais um seguimento do cristianismo.
“…A Ordem Mundial de Bahá’u'lláh liberou estas forças continuará, em Sua sabedoria inescrutável e por seu poder onipotente, a moldar e dirigir o curso deles para a glória, a emancipação final, e o reconhecimento absoluto de Sua Fé….” ( Shoghi Effendi – A Ordem Mundial de Baha’u’llah).
A pergunta que fizemos sobre o judeus messiânicos também encontramos a resposta.Qual foi essa pergunta?
Os judeus messiânicos praticam a circuncisão?Vejam a resposta do judeu messiânico MARCOS ANDRADE ABRÃO que foi autor do Livro : “O filho de Elohin”:
Assim como os judeus messiânicos não devem obrigar os gentios a circuncidarem, assim também os gentios precisam entender que os judeus não podem largar seu chamado com relação à aliança do Eterno com Abraão. Assim, o judeu ao receber Yeshua não se torna cristão, mas um judeu completo e precisa continuar circuncidando os seus filhos, pois ainda há promessas nos últimos dias para o povo de Israel. Acerca disto lemos no livro de Atos no capítulo 21, quando Tiago encontrou o apóstolo Paulo e disse "quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram (depositaram confiança que Yeshua é o Messias), e TODOS são zelosos da Lei (Torah).
Esta prática da circuncisão foi abolida pelo apostolo Pedro no Concílio de Jerusalem(Atos 15,7-11).
Enfim eles estão presos na antiga aliança e seguindo um calendário com mais de 4 mil anos e aqueles que seguem a velha aliança não podem fazer parte da NOVA E ETERNA ALIANÇA.
Tendo nos ouvidos o desejo de ouvir novidades, escolherão para si, ao capricho de suas paixões, uma multidão de mestres. Afastarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas.” (2 Tim 4,2-4). Esse texto tirado de 2 Timóteo, por si só refuta os Judeus Messiânicos, mas em um estudo mais aprofundado, provaremos que na verdade essa seita é uma farsa. VEJA ABAIXO CAIU A MÁSCARA, A “IGREJA” DOS JUDEUS MESSIÂNICOS É UMA FARSA. OU SEJA, NÃO PASSA DE UMA SEITA PROTESTANTE PIOR QUE AS OUTRAS, PORQUE, ALÉM DE NÃO ASSUMIR O PROTESTANTISMO, SE ESCONDEM ATRÁS DE UMA FARSA, OU SEJA, SÃO PSEUDOPROTESTANTES. OS JUDEUS MESSIÂNICOS E A FARSA DE MATEUS 28,19. Segundo os judeus messiânicos o texto bíblico de Mateus 28,19 das Bíblias cristãs foi adulterado pela Igreja Católica. A referida passagem nas Bíblias cristãs está assim: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...” Mas segundo os Judeus Messiânicos o correto seria: “Ide e tornai todos os gentios discípulos em meu nome, ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei”. Qual o argumento que eles usam para dizer que o texto foi adulterado? Vamos aqui colocar o argumento dos Judeus Messiânicos e também refutar este argumento na sua totalidade.
Os judeus-messiânicos citam o livro “Judaísmo e Origens do Cristianismo” Vol. 1. pg. 156 de David Flüsser para negar a doutrina da Trindade. Eles afirmam que a expressão em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo nunca foi mencionada por Eusebio antes do Concílio de Nicéia (325 d.C.). Antes, afirmam alguns inimigos da Trindade, Mateus 28:19 era assim: “Ide e tornai todos os gentios discípulos em meu nome, ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei”. Porém, supervisionado pelo Imperador Constantino, que convocou o Concílio de Nicéia, e pressionando pelo bispo Atanásio a inserir o termo “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo sob ameaça de exílio. Todavia, quanto se faz uma pesquisa mais acurada, chega-se ao entendimento de que essa expressão sempre existiu e que o David Flüsser está equivocado. Vamos analisar mais profundamente e ver se tem consistência o que ele afirma em seu livro: O entendimento dos verdadeiros cristãos é de que o texto não foi adulterado. Os que defendem que o texto de Mateus 28:19 foi acrescentado pela Igreja Católica, dizem que no lugar de“batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo...” deveria ser “...batizando-as em meu (de Jesus) nome...”. Porém, a expressão “batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo...” aparece em todos os manuscritos mais antigos (documentos que existiam muito antes do Concílio de Niceia), e não “...batizando-as em meu (de Jesus) nome...”. Vejamos alguns : Codex Sinaiticus “πορευθεντεϲ μαθητευϲατε πατα τα εθνη βαπτιζοντεϲ αυτουϲ ειϲ το ονομα του πρϲ και του ϋϊου και του αγιου πνϲ” ˙ Texto Recepitus “πορευθεντες ουν μαθητευσατε παντα τα εθνη βαπτιζοντες αυτους εις το ονομα του πατρος και του υιου και του αγιου πνευματος” Codex Vaticanus “πορευθεντες ουν μαθητευσατε παντα τα εθνη βαπτιζοντες αυτους εις το ονομα του πατρος και του υιου και του αγιου πνευματος” Vulgata Latina “euntes ergo docete omnes gentes baptizantes eos in nomine Patris et Filii et Spiritus Sancti” Os inimigos da Trindade dizem que foi a Igreja Católica Romana que adulterou o texto de Mateus 28:19, porém, os cristãos sírios e coptas que possuíam sua própria versão, e que não estavam ligados a Igreja Católica mantém o texto original: “...batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. É interessante também salientar que os defensores de que Mt.28:19 foi adulterado, afirmam que antes de Niceia a forma “...nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” não era citado pelos pais apostólicos. Porém, quando analisamos os textos mais antigos descobrimos que isso não era verdade porque ao pais da igreja citavam a forma “...nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”: O Didaquê: Um manual doutrinário de candidato ao batismo escrito entre 70 e 100. Inácio de Antioquia (50 – 110 d.C.) Justino Mártir (100 – 165 d.C.). Taciano, o Sírio (120 – 180 d.C.) Irineu de Lyon (130 – 200 d.C.). Tertuliano de Cartago (150 – 220 d.C.). Hipólito de Roma (170 – 235 d.C.). Orígenes (185 – 253 d.C.). Cipriano (morreu em 258 d.C.). Dionísio de Alexandria (morreu em 265 d.C.). Vitorino de Pettau (morreu em 303 d.C.) e os autores do Tratado Contra o Herege Novaciano e do Tratado Sobre o Rebatismo. Todos esses Escreveram Mt.28:19 usando a expressão “...batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Todos estes pais da Igreja citavam o texto de Mateus 28,19 tal como está nas Bíblias cristãs: “...Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo...”
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